
Dia das mães, vejam só...Quase 40 cm de diferença entre a cintura e os quadris. Taí de onde herdei o biotipo... E agora, olhando estas fotos, vejo que estou ficando bem parecida com ela! (Clique nas fotos para ver mais de perto. Ambas são de 1958)
"A rotina entorpece. Vez por outra, entretanto, desabam sobre o mundo acontecimentos que sacodem e alteram o nosso sentido de prioridades: preocupações habituais murcham, possibilidades relegadas ganham viço. Novos ângulos e desafios se oferecem. O choque do inesperado subverte, ainda que por tempo limitado, a constelação dos valores que nos governam..." (Giannetti, Eduardo - Felicidade)

Dia das mães, vejam só...
Experiência inédita e divertida: puxei a multidão nas palmas que acompanharam o baterista, naquela exibição inacreditável de cerca de 15 minutos. Claro, as palmas teriam vindo de qualquer forma, as batidas de Dennis Chambers ganhando velocidade pediam mesmo interatividade, mas foi muito engraçado fazer o primeiro "clap" e sentir as pessoas aderindo.
Presente inesperado, o volume é a mais concreta doçura da já longa lista de afagos que venho recebendo de um amigo, desde que, numa internauta madrugada, revelei-me seqüelada e recebi no ato a promessa de vingança. (Huum, vai ter neguinho interpretando isso da pior maneira possível... Ah, quer saber? Azar o dos que não lidam bem com seus afetos...).
A infausta passagem pelo Brasil de dois famosos conjuntos de rock deu ensejo a que os meios de comunicação em geral, a televisão em particular, se dessem com gosto e empenho a uma de suas práticas prediletas – a de incitar a histeria e/ou idiotia da população. "O que você vai sentir quando eles entrarem no palco?", perguntava a repórter, esticando o microfone para um grupo de mocinhas, instantes antes do show do grupo U2. "Vou morrer", disse uma. "Vou surtar", disse outra, tudo entre gritinhos e pulinhos. Era o que a repórter queria ouvir. Morrer, surtar – que delícia! Volta para o estúdio, e os apresentadores do telejornal sorriem, satisfeitos como um político do PSDB depois de esvaziar uma garrafa de Amarone della Valpolicella, corte Sant'Alda, safra 1995, no restaurante Massimo.- O músico tá lá nos bastidores tranqüilo, o ministro está puto e o pai constrangidíssimo!!...